terça-feira, 29 de novembro de 2011

orgulho e preconceito ;(

não, não é do filme que eu vou falar.
vou falar da homossexualidade.
nestes dias o tema sexualidade tem sido abordado lá na turma. formação cívica e coisa e tal. a homossexualidade veio à tona com um filme que eu sugeri: Do Começo Ao Fim. e eu fiquei espantada com as mentes púdicas dos meus colegas. porra, estamos no século xxi!!
boquinhas para aqui, boquinhas para ali, dass! qual é o nojo?? no inicio da aula, quando a stora disse que íamos ver um filme sobre afectos, todos amaram a ideia, à espera de ação, claro. e ela veio... não como queriam... e o filme é tão doce, é uma historia tão bonita.
caramba, qual é o problema com a homossexualidade? melhor, reformulando: qual é o problema com os gays? é que o pior é isso mesmo: as lésbicas são sempree bem aceites, mas os gays?
não me importo, já todos me rotulam de amiguinha dos gays. já me perguntaram de caras se eu era lésbica, o que é de louvar, sem dúvida, mas ninguém respeita.
amar é amar, certo?? alguém que me diga, certo??
qual é o problema de serem dois homens, duas mulheres ou um homem e uma mulher?



                                                         
"Love is always patient and  kind ;it is never jealous, love is never boastful or conceited; it is never rude or selfish; it does not take offense, and is not resentful. Love takes no pleasure in other people’s sins but delights in the truth; it is always ready to excuse, to trust, to hope, and to endure whatever comes. Love does not come to an end.”

sábado, 5 de novembro de 2011

tudo desmoronou...

new beginning?
acho que tudo isso foi pelo cano abaixo.
sinto'me como se tivesse levado um grande soco no estômago, fiquei sem chão. estou à espera de que o que quer que seja que me está a prender me faça cair na falésia.
tudo o que se estava a criar desmoronou mesmo à minha frente. como um puzzle que está a ser montado e que cai abaixo da mesa... e eu já não sei como montá'lo outra vez.
já passei por isto, eu sei... mas desta vez não quero que as coisas sejam assim, quero algo diferente do que foi em tempos. quero'te para mim.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

blá blá blá -.-

esta porcaria de tempo que deixa toda a gente deprimida. . .
sinto que, aos poucos, estou a perder na minha vida algumas coisas que não quero perder. . .  mas também outras que não quero, de todo, recuperar. . .
it's a new beginning. . .
well, I want to think that. . . !

sábado, 6 de agosto de 2011

o tempo... o sentimento

o tempo passa e eu já nem sei bem há quanto é que eu tenho vindo a viver isto.
uma pura ilusão de uma criança fez começar tudo.
mas essa criança cresceu, e tornou-se em quem é hoje. e essa ilusão cresceu com ela, comigo.
quatro anos que lá vão. temos uma relação estranha. temos uma amizade que nos liga, mas há mais. o problema é que esse mais é que me intriga!
nao entendo esse lado da coisa. esse teu interesse maior que o normal, essas pistas que deixas no ar, mas que eu nao as consigo apanhar. porra! acredita que é frustrante ver todos esses sinais e ser incapaz de os compreender, principalmente pelo outro factor: o factor N -.-
nao quero fazer jogo sujo, por isso é que às vezes me atiras à cara que parece que eu não gosto de ti assim tanto quanto digo... mas eu não sou loira nem sou burra - desculpem a expressão, não é que as loiras sejam todas burras, ou más pessoas, mas é uma espécie de private joke- e nao quero propriamente que toda a gente saiba disto concretamente.
às vezes quero odiar-te, sabes? mas não consigo. e cada vez que lembro o teu sorriso há algo em mim que toma um bocadinho de mais força. quando recordo o teu olhar... nem sei, sinto que o meu fica mais vivo, que eu fico mais viva!
acreditar que me amas é estupidez, achar que não sou nada para ti é cegueira...

para o bem dos dois é melhor ser cega, mas há sempre um ponta de estupidez dentro de mim.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Feelings

Todos somos dados a sentimentos...
Cabe-nos saber discerni-los e escolher aqueles que devem prevalecer, por muito difícil que isso seja.
Para muitos ainda é um tabu esta questão. O que sentir ou não sentir, o que é o certo... o que é o errado.
Sentimo-nos presos a vários padrões que nos fazem pensar duas vezes e reprimir-nos.
Não podes isto, não podes aquilo... isto esta errado, assim é o certo.
Quantos não queremos sentir "o verdadeiro amor", sentir "o lar onde vivo"...
Todos nós temos demasiada vida a correr nas nossas veias, mas formataram-nos para fazemos com que metade dessa vida vá para o lixo.
Não digo isto com raiva, não sou uma pessoa frustrada. Mas falo com uma certa mágoa por todos os que, mais que eu, sentem isto.

Fica aqui uma música que, melhor que as minhas palavras- que nada valem-, nos faz reflectir neste assunto